A produção de calçados em Goiás começou de forma artesanal, com pequenos sapateiros que atendiam às necessidades locais. Durante as décadas de 1960 e 1970, o setor ainda era limitado, com ferramentas manuais e processos de produção simples. O ritmo era ditado pela habilidade dos artesãos, e a produção tinha escala reduzida.
Mesmo com essas limitações, essa fase foi essencial para consolidar a cultura calçadista no estado. Foi nesse período que surgiram as primeiras pequenas fábricas, que deram os primeiros passos rumo à industrialização do setor calçadista, criando empregos e movimentando a economia regional.
Modernização das décadas de 1980 e 1990
A partir dos anos 1980, Goiás começou a atrair investimentos para o setor, com incentivos fiscais e programas de fomento industrial. Esse foi o momento em que a produção deixou de ser majoritariamente artesanal para adotar máquinas de corte, costura e montagem mais modernas.
O surgimento de linhas de produção mais organizadas e o uso de máquinas de maior precisão permitiram aumentar o volume de produção, reduzir custos e padronizar os produtos. As primeiras associações e sindicatos começaram a se organizar para representar os trabalhadores e empresas, fortalecendo ainda mais o setor.
Avanços tecnológicos no início dos anos 2000
Com a chegada do novo milênio, a tecnologia de produção de calçados avançou significativamente. Softwares de modelagem e design passaram a ser utilizados para desenvolver produtos mais ergonômicos e atraentes para o mercado.
Além disso, começaram a ser incorporadas máquinas computadorizadas para corte e costura, que reduziram o desperdício de material e aumentaram a eficiência produtiva. O conceito de qualidade total passou a ser aplicado, garantindo calçados com maior durabilidade e acabamento superior.
A era da Indústria 4.0 e da sustentabilidade
Atualmente, o setor calçadista goiano vive uma nova fase, marcada pela automação industrial e pela Indústria 4.0. Linhas de produção robotizadas, controle digital de processos e integração de dados em tempo real permitem ganhos de produtividade e redução de falhas.
Outro ponto importante é a crescente adoção de práticas sustentáveis, como o reaproveitamento de resíduos, uso de materiais recicláveis e redução do consumo de água e energia nas fábricas. Essa transformação tecnológica não apenas melhora os resultados das empresas, mas também fortalece a imagem de Goiás como um polo inovador e responsável.
Conclusão
A evolução tecnológica da produção de calçados em Goiás é um exemplo de como o investimento em inovação pode transformar um setor e impulsionar o desenvolvimento econômico e social. De processos manuais à automação digital, cada etapa representou um salto de qualidade e competitividade para o estado. Somos o STI Calçados Goiás, uma entidade fortemente comprometida em fortalecer, proteger e valorizar cada passo dos trabalhadores do dinâmico setor calçadista. Para conhecer mais sobre o setor e acompanhar nossas ações, visite a pagina da sti calçados go.


